Foi isso mesmo que eu fiz! E até hoje, não me arrependi <3
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
My Little Moments
Uma luta diária, que me faz adormecer com um sorriso nos lábios e um sonho em mente!
sábado, 24 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
7
Depois de tanto tempo sem dizer «amo-te», fizeste-me perceber que os sentimentos não se esbatem por não serem exprimidos. É desta forma que eles se tornam verdadeiros e seguros. Um número perfeito, de um amor perfeito, de duas pessoas imperfeitas, mas que se completam em perfeição.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Tiras-me do sério
Olha moça, larga o osso! Esquece! Tu podes ter mais peiercing's, ser mais "you", mais "cool", com roupas mais "in", mas não podes roubar nada a ninguém. E mesmo que o tentes fazer, não vais conseguir, não sei se já deste conta -.- Achas que não sei? Achas que sou tapada? Estás enganada! Sorrio para ti, mas não terás tudo de mim. Já me bastam as pessoas que ao fim destes anos todos me apunhalaram..
Não quer dizer que não goste de ti, aquilo que não gosto é que me tirem o que é meu, e que me ignorem quando eu estou presente. Tentas pegar com tudo que está ao teu redor para de aproximares mais e mais. Sê frontal! Diz as merdas de uma vez! Odeio joguinhos de crianças mimadas!
Pára de magoar as pessoas, pára de tentares ser sempre a maior. Porque até os inocentes tu usas para obteres aquilo que queres.. Pensa bem e deixa-te de rodeios!!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Vozinha ❤
Hoje era o teu aniversário. Já farias 83 aninhos :) Não posso esconder a saudade que tenho das vezes que te chamava Vó Cró e que te cantava ao«Chupa Teresa» xD O quanto nos riamos, nos 14 anos que vivemos juntas.
Juntas e bem juntas. Não me vou esquecer da quantidade de noites que dormi contigo e da quantidade de biberões de leite com Nestum. Foste minha mãe e minha irmã mais velha. Já tentei contar, mas perco a conta às vezes que curei as minhas mágoas de criança abraçada à tua barriguita *.*
Eras forte de nome, de físico e de mente. Transmitiste-me algo muito saudável e que me fez crescer imenso, e quanto a isto não tenho palavras para te agradecer. Tenho algo dentro de mim que ainda hoje me diz que não devias ter tido aquele final de vida. Para além de não o mereceres, não foi justo e não excluo alguma incúria por parte de alguns profissionais de saúde.
Nunca foste 100% saudável é certo, mas a tua frequência em consultas e exames não faria prever um resultado destes. Hoje estudo, e sei que há coisas que não aparecem de uma semana para a outra. As tuas manchas negras sem teres caído, a tua dor inexplicável na boca, as tuas ilusões, eram mais que sinais. Ver-te ali, no chão, naquela manhã de Fevereiro, quando tu devias estar na tua cama quentinha a sonhar com coisas boas, foi devastador. Mais devastador foi saber o diagnóstico deste acontecimento, de partir o coração. Ainda estive contigo mais 2 meses, em que tu não sabias de nada daquilo que se estava a passar. Tentei que tudo estivesse bem, o mais confortável e rezava para que nunca me perguntasses qual a doença que realmente de estava a deixar naquele estado. Sofri contigo, mas lutei contigo. Fui a última pessoa da família com quem tu falaste, fui a despedida para um mundo melhor. Parece que ainda te ouço a rir e a dizeres-me «xau», sempre com aquele sorriso de orelha a orelha. Também hoje sei que quando as pessoas estão com alguma doença grave e estão super bem-dispostas, pode não ser bom sinal para o dia seguinte. Aquelas palavras estão gravadas a ferro quente no meu coração. Ao outro dia já não consegui ver a tua cara sequer. Estavas envolta em fios, tubos e ecrãs de todas as formas e feitios. De mão dada ao meu irmão, começamo-nos a aperceber do que se estava a passar e os olhos encheram-se de fios de lágrimas. Não te consegui dizer o quanto de amo o quanto sinto a tua falta avó.
Fica ainda muito por dizer, pois aquilo que vivemos foi demais para se conseguir escrever tudo, mas neste momento tenho pena. Pena por não estares aqui a ver pelo que estou a passar, para me dares os teus conselhos de amiga. Pena por não me veres trajada e por não te poder pedir para me rasgares a capa. Pena por não me veres formada um dia e a trabalhar como uma verdadeira técnica a salvar vidas. Pena por não me veres casar, e o que tu falavas do meu casamento :'( Pena pela minha vida não poder mais ser partilhada com uma das melhores pessoas que conheci.
De qualquer maneira avozinha, parabéns. E sê feliz! Tu mereces!
Maria Teresa Forte Sequeira Vilela
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
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