terça-feira, 30 de agosto de 2011

Doce amor


Quero sonhar com o brilho do teu olhar
Viajar nas profundezas do teu coração
Descobrindo o amor até ao infinito
Sentir o teu coração batendo junto ao meu
Viajar com tua boca, teu beijo, teu amor
Pois o meu amor vai além do céu e das estrelas

Sinto o nosso amor em todo o lugar
No ar que respiro
Na brisa suave que toca nossos rostos
No caminhar das águas
Que levam nossas histórias de amor
No cantar dos pássaros

Ouço nossa música
Que toca os nossos corações
Como um beijo que nos deixa mortais
Meus pensamentos, minha boca, meu coração diz só o teu nome
Voltaria da morte
Só para dizer o quanto te amo
Pois o meu amor por ti
É mais forte do que a própria morte

Enquanto meu espírito caminhar
Ao teu lado estarei
Para todo o sempre
Pois eu te amo
Um destino
Um sonho realizado:
Teu amor

Júlio César Mendes Lustosa

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

* Sorrisos *

Acredito que um sorriso pode ser um espelho. Espelho esse que reflecte sentimentos em momentos diferentes.
Os sorrisos não são iguais. E ao longo da nossa vida eles mudam. A alegria parece deixar de ser plena. Um problema aqui e outro ali e perde-se a vontade de dar aquela gargalhada que há muito se quer dar.

São as crianças bem mais peritas nisso. Não precisam de esconder sentimentos, riem quando apetece rir, mas quando não apetece rir elas não riem. Elas não encobrem angústias e desgostos. Não sorriem só para parecer bem na sociedade.

Sorrisos sempre verdadeiros


São mais poderosos e mais valiosos do que quanto ouro existe à face da terra. Mas nem sempre os homens souberam aproveitar estes sorrisos. Decidiram destrui-los em muitos locais do mundo. Encostaram-lhes uma arma ao ombro, roubaram a infância deles e muitas vezes deixaram-nos órfãos de livre e espontânea vontade.

Guerras que não são das crianças


Quando se pensa em crianças, toca-se nos sonhos de muitos. Sonha-se com o primeiro sorriso das crianças mais desejadas de cada um: os filhos. Ao pensar nisso sorri-se, mas de uma forma verdadeira, nem sempre normal nos adultos. São raras as situações em que os adultos sorriem com bastante vontade. E cada vez se vêem menos. Ainda assim conseguem-se guardar pedacinhos dos bons momentos da vida, apenas os grandes acontecimentos se conseguem registar.
Vida

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Palácio

'Palácio de Livadia'
Sinto-me com sorte :D
Não é qualquer pessoa que pode ter uma casa com uma vista destas:
não é qualquer pessoa que tem poder suficiente para a poder comprar;
não é qualquer pessoa que tem alguém com quem a partilhar;
não é qualquer pessoa que a consegue encher de amigos;
não é qualquer pessoa que tem saúde física para a puder gozar em plenitude;

mas eu estou com sorte!!

Posso não ter nada disto, nem nunca na vida ter algo parecido, mas sou dona e senhora de sonhar com ela <3

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tens de olhar pro lado!!

Sempre quis olhar para ti, sempre quis conhecer-te…

Mas eu nunca te via ali, não consegui procurar-te.

Olha-se mas não se vê, procura-se mas não se luta. A vida parece sempre deixar-nos resignados com aquilo que temos, quando achamos que estamos bem. Sabemos porém que não temos o melhor e que numa breve procura podemos encontra-lo. Apesar disso vamos ao fundo, deixamos que a própria vida nos enterre confortados com aquilo que temos.

Não procuramos, nem aproveitamos. Não queremos olhar para trás quando o passado é assustador e não queremos olhar para a frente porque estamos presos ao passado. Conformismo e resignação! O que fazes por ti? Nada, quando entregas a vida a coisas mundanas. Coisas que não dão o valor que realmente se merece.

Há algo mais para além disso, algo que vem do céu, da vida e do peito das pessoas boas. Quando se algo mais aparece, apercebemo-nos que não estava assim tão longe. Não era preciso andar milhas por ele, nem carregar pesos, muito menos ficar fragilizado. Mas porque? Ele estava ali ao lado, aquilo com que sonhamos, o que idealizamos, o que queremos ou o que esperamos.

As lágrimas de sangue acontecem no desespero de não sentir. Pois é o sentimento que nos leva ao encontro desse algo perdido ou desorientado. É fechar os olhos e sentir amor, amizade, entreajuda, caridade, solidariedade e compaixão. Quando não se sente, tudo isto fica perdido e desorientado. Esquecemos os outros e por isso esquecemo-nos a nós.

Devia-se saber controlar o desespero que nos deixa cegos e apenas com recordações passadas. Para-se no tempo, perdidos, desorientados e no desespero. Incapaz de olhar para o lado, muito menos para a frente. Impedidos de escolher o caminho. Proibidos de palpar a realidade.



 Não devíamos parar de sentir, parar de olhar, parar de palpar o caminho só assim se saberá o que passámos, o que estamos a passar e tudo aquilo que ainda vem.